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Luta Comperj!

Trabalhadores lutam por salário atrasado desde novembro

Trabalhadores lutam por salário atrasado desde novembro

Nesta quarta-feira, dia 4, trabalhadores terceirizados pela empresa Alumini, para o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e estudantes fizeram um ato que saiu da Petrobrás e passou pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Entre as reivindicações estavam o pagamento dos salários, atrasado há três meses, a retomada do plano de saúde, também cortado, além de ter sido interrompido o depósito do fundo de garantias nesse período e vale-alimentação.

 

O corte aconteceu porque a Petrobras suspendeu o pagamento de R$ 13 milhões à empresa, devido a inconsistências contratuais entre as duas empresas. A Alumini informou em nota que não está medindo esforços para resolver tais questões. O Ministério Público do Trabalho (MPT)  entrou com uma Ação Civil Pública no final de janeiro requerendo o pagamento de R$ 1 milhão por danos morais coletivos pela Alumini Engenharia e Petrobras, em resposta ao descaso com os trabalhadores.Flavio apoiando a luta dos trabalhadores do Comperj

No total, três mil trabalhadores foram prejudicados com a decisão. “Essa situação de abandono e penúria dos trabalhadores do Comperj é inaceitável. Não se pode brincar assim com a vida das pessoas. Nada justifica o não pagamento dos salários, entre outros benefícios. Essa guerra entre as empreiteiras e a Petrobrás não pode sacrificar o trabalhador. Vamos fazer essa batalha de pressão política nas ruas, envolvendo os deputados e exigindo dos responsáveis uma resolução emergencial desse problema”, afirmou o deputado estadual Flavio Serafini, que esteve presente no ato.